
Medido, não inventado
Cada experimento diz o que foi testado, como, e quais foram os números — inclusive quando o resultado foi sem graça.
Coisas que medimos enquanto construímos este produto, publicadas com o método e as limitações para você poder conferir. Lista curta por escolha — uma página entra aqui só quando há um experimento ou um conjunto de dados por trás.
2026-08-10
O cancelamento mid/side com banda limitada removeu um tom de teste centralizado em 29,5 dB — cerca de 97% da amplitude — enquanto um tom hard-panned no mesmo arquivo perdeu só 0,5 dB. Essa diferença é toda a base do removedor de vocais estilo karaokê, e é mensurável, não questão de opinião.
2026-08-10
Sitemaps públicos mostram onde uma empresa investiu de verdade. Suno publica três superfícies programáticas separadas somando cerca de 1.090 URLs, das quais ~967 são páginas de gênero e estilo — e cerca de 16 de suas 69 landing pages de ferramentas miram remoção de vocais apenas.
Uma página aparece nesta seção só se houver um experimento ou um conjunto de dados por trás. Isso exclui a maior parte do que é publicado como pesquisa nesta indústria: um press release reescrito, uma pesquisa com amostra não divulgada ou um benchmark sem método. Se não podemos dizer como reproduzir um número, não publicamos o número.
Cada página declara seu método em detalhe suficiente para repetir, relata as medições como saíram e lista as limitações com tanta ênfase quanto os resultados. A seção de limitações não é um aviso legal — é a parte que diz se o achado se aplica ao seu caso. Uma medição em tons de teste sintéticos diz algo preciso sobre um algoritmo e muito menos sobre um master comercial — e dizer isso é a diferença entre pesquisa e marketing.
Os números trazem a data em que foram capturados. Em um campo onde versões de modelos saem todo mês, um benchmark sem data está mais perto de boato do que de fato, e qualquer coisa aqui com mais de um trimestre deve ser rechecada antes de você confiar.
Por dentro
Experimentos feitos internamente, com o método publicado para você poder repetir.

Cada experimento diz o que foi testado, como, e quais foram os números — inclusive quando o resultado foi sem graça.
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Publicar o método é o jeito mais barato de ser confiável numa categoria em que quase ninguém é.
Experimentos que não acharam nada também são publicados, porque saber o que não funciona poupa tempo.
Uma medição que publicamos é uma afirmação que não podemos inflar em silêncio depois.
A melhor correção é alguém refazer o teste e dizer que a gente errou.
Medições originais — como a qualidade de separação é testada, como buscadores indexam sites de música por IA — com o método publicado junto de cada número para que o teste possa ser repetido.
Não. É medição interna publicada com seu método e suas limitações declaradas, o que é diferente de publicação acadêmica e deve ser tratada assim.
Sim, com a data e as limitações declaradas. Cada estudo traz o que ele não testou, o que importa tanto quanto o que ele encontrou.
Porque uma medição sem seus limites é um argumento de marketing. Quem repetir o teste precisa saber onde ele deixa de ser válido.
Sim. Um método que não mostrou o que esperávamos é mais útil para quem lê do que um que confirmou, e omitir esses é como uma página de pesquisa vira marketing.
Sugestões são bem-vindas, principalmente quando tem afirmação circulando sem nenhuma medição por trás. Essas são as coisas mais úteis de testar.